Aniversário de 3 anos da Campanha Especial é destaque no Jornal Metro!

A reportagem publicada na edição de hoje, dia 15/04, mostra como as Escolas Especiais foram beneficiadas por esta Campanha que acontece em 37 estabelecimentos de Curitiba.

Dados da Campanha Especial até março de 2014:

A partir do diagnóstico são aplicados projetos com o intuito de aumentar a qualidade de ensino e sanar a fila de espera das instituições.

Inscrições para o Prêmio Empreendedor Social vão até 27 de abril

Realizado pela Folha de S.Paulo em parceria com a Fundação Schwab, o Prêmio Empreendedor Social é o principal concurso de empreendedorismo socioambiental na América Latina e um dos mais concorridos do mundo.

O objetivo do Prêmio é selecionar, premiar e fomentar os líderes socioambientais mais empreendedores do Brasil, que desenvolvam iniciativas inovadoras, sustentáveis e com comprovado impacto socioambiental.

Além de projetar nacional e internacionalmente esses líderes, a Folha de S.Paulo e a Fundação Schwab oferecem um alto nível de qualificação e networking, viabilizando aos premiados a conquista de maiores e melhores indicadores em sustentabilidade, impacto social direto e indireto, influência em políticas públicas e escalabilidade para seus projetos.

Na última edição a ASID conquistou as categorias Empreendedor Social de Futuro e Escolha do Leitor (37% dos votos). Com a premiação os integrantes da ASID estão desfrutando de capacitações e treinamentos, acesso a uma rede de contatos sólida e divulgação a nível nacional.

Exoesqueleto robótico para Copa dá primeiros passos sozinho

O objetivo do cientista é usar o equipamento para fazer uma criança tetraplégica dar o chute inicial da Copa do Mundo de 2014

Nessa segunda-feira (07), o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis publicou em sua página do Facebook um vídeo em que seu exoesqueleto robótico dá seus primeiros passos.

O objetivo do cientista é usar o equipamento para fazer uma criança tetraplégica dar o chute inicial da Copa do Mundo de 2014.

O exoesqueleto robótico deu seus seis primeiros passos sem a presença de uma pessoa durante o vídeo. Essa foi a primeira vez que Nicolelis mostrou o exoesqueleto andando sozinho. Clique aqui para ver o vídeo.

Muitos disseram que a missão era impossível. Mas a 66 dias da abertura da Copa, exoesqueleto do Projeto Andar de Novo dá os primeiros 6 passos no chão. Acompanhe nesse videoclipe o momento histórico, disse na publicação do vídeo.

Walk Again ProjectNicolelis, um dos 20 maiores cientistas do mundo pela revista Scientific American, trabalha com uma equipe de 170 pesquisadores internacionais no projeto Walk Again Project (Andar de novo, em tradução para o português).

A equipe tem pesquisadores da Universidade de Duke, nos EUA, e do Instituto de Neurociências em Natal, dirigido por ele.

Diversas experiências foram feitas com macacos e com um corpo artificial. Elas mostram como a robótica pode ser uma grande aliada de pessoas com deficiência física em busca de movimentos até então impossíveis.

O exoesqueleto pode ser conectado ao cérebro do paciente, que então controlaria o equipamento como se fosse parte de seu próprio corpo. A técnica faz parte de uma linha de pesquisa conhecida como interface cérebro-máquina, em que Nicolelis já teve resultados relevantes.

Recentemente, Nicolelis também divulgou outro vídeo em que um paciente controlava o exoesqueleto robótico. Segundo o cientista, oito pacientes que fazem parte do projeto já estão aptos a controlar os movimentos do exoesqueleto com ajuda da atividade elétrica cerebral.

Quando um jovem tetraplégico conseguir dar o primeiro chute da Copa do Mundo, Nicolelis acredita que vai provar para o mundo algo muito importante. O pontapé feito com uma perna robótica será capaz de mostrar que o Brasil é mais do que o país do futebol.

Exoesqueleto robótico de Nicolelis dá seus primeiros passos: pontapé feito com uma perna robótica será capaz de mostrar que o Brasil é mais do que o país do futebol

Proposta quer incluir na Constituição direito a educação especial para superdotados

A Câmara dos Deputados analisa uma PEC que inclui no texto constitucional que alunos com transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação também têm direito a atendimento educacional especializado. Atualmente, a Constituição prevê esse tipo de atendimento somente para pessoas com deficiência (artigo 208).

A PEC 336/13 também inclui na Constituição que o atendimento especializado ocorrerá em todas as faixas etárias e níveis de ensino, em condições e horários adequados às necessidades do aluno.

O autor da proposta, deputado Paulo Wagner (PV-RN), ressalta que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394/96) já estendeu aos alunos com transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação o direito à educação especial. A inclusão ocorreu por meio das alterações promovidas com a Lei 12.796/13.

Para o parlamentar, no entanto, “a melhor forma de salvaguardar esse direito é incluindo-o no texto constitucional”.

Inicialmente, a proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à admissibilidade. Se aprovada, terá de ser analisada por comissão especial criada unicamente para essa finalidade. Posteriormente, será votada em dois turnos pelo Plenário.

2 de Abril é o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo

No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, lembrado nesta quarta-feira, pais e associações cobram uma discussão mais ampla sobre o assunto.

Aos 19 anos, Caio* faz cursinho pré-vestibular. Ele quer estudar e ser escritor. A mãe do rapaz, Inês de Souza Dias, elogia as habilidades do filho, mas não esconde a existência dos traços deixados pela Síndrome de Asperger, tipo de autismo diagnosticado quando ele era ainda pequeno. Dificuldade de entendimento e de aceitação das regras sociais e falta de interesse por assuntos do dia a dia são alguns deles.

Caio tem interesses muito focados. Gosta de jogos e só quer falar sobre isso. Apesar de ser muito inteligente, não se interessa por assuntos cotidianos. Isso dificulta, por exemplo, o trabalho na escola. É uma batalha para conseguir que ele aprenda outras coisas, conta. Ele tem também um déficit de atenção bem acentuado. Para o Caio, é difícil permanecer na mesma tarefa por muito tempo, completou.

Segundo Inês, características do filho consideradas estranhas por muitos, como andar para lá e para cá e a conversa com ele mesmo, ajudaram a definir o futuro do rapaz. “Numa certa idade, ele andava de um lado para o outro e falava alto. Parecia que estava contando histórias. Perguntei o que ele estava fazendo e ele disse que estava brincando com a imaginação e contando uma história para ele mesmo. Perguntei se gostaria de transformá-la em um livro. E foi o que fizemos.”

Caio frequentou a escola com crianças sem o transtorno e recebe, até hoje, acompanhamento especial. Mas a estimativa da Associação de Amigos do Autista (Ama) é que, das cerca de 1 milhão de pessoas no país diagnosticadas com autismo, apenas 100 mil recebam algum tipo de atendimento. No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, lembrado nesta quarta-feira (2), a instituição cobra uma discussão mais ampla sobre o assunto.

O diagnóstico é a parte do problema que mais ganha com a data. Os pediatras acabam percebendo e se interessando pela causa. É o ponto mais favorecido. O grande problema é que, feito o diagnóstico, a família fica sem saber para onde ir, explicou a superintendente e cofundadora da Ama, Ana Maria de Mello.

Mãe de um rapaz autista de 34 anos, ela lembra que, na época em que recebeu o diagnóstico, não havia tratamento disponível. O processo, segundo ela, é complicado, uma vez que envolve diversos profissionais de áreas distintas. “Estamos falando do espectro do autismo. Temos desde casos de extrema gravidade até casos de pessoas com inteligência normal, mas que também precisam de alguém que entenda o que está fazendo. Os casos mais leves não são tão simples.”

Para a presidenta da Associação Brasileira de Autismo, Marisa Furia Silva, o autismo ainda é um assunto pouco abordado, sobretudo no Brasil. Mãe de um rapaz de 36 anos com a síndrome, ela lembra que, depois do diagnóstico, houve pouca informação sobre como lidar com o filho. “Não tínhamos internet nem literatura sobre o assunto. Era uma época difícil. Não se sabia o que fazer.”

Marisa também acredita que a maior parte das pessoas diagnosticadas com autismo no país está sem atendimento. Segundo ela, o avanço no diagnóstico precoce não basta. É preciso ampliar a rede de apoio e de atendimento à criança e à família.

A gente tem que pensar que é para a vida toda. Temos muitos adultos comprometidos hoje e a esperança é que, no futuro, isso não aconteça. O prognóstico de uma criança é muito melhor, destacou. Estamos em um momento em que já se tem documentos e parâmetros para o diagnóstico. Agora, temos que ter tratamento, destacou.

* Nome fictício

Gestão: a realidade da educação especial

Artigo de Alexandre Amorim, Diretor de Projetos da Asid Brasil, no blog Educação e Mídia, da Gazeta do Povo, mostra a difícil realidade da gestão nas escolas de educação especial, que têm apoio insuficiente do poder público.

As escolas de educação especial de Curitiba vêm desempenhando com esforço o trabalho para atingir a um objetivo bastante claro: desenvolvimento e formação do aluno, independentemente das especificidades de cada deficiência, classe econômica ou capacidade de aprendizado que eles tenham. Para isso, se empenham em organizar as instituições da melhor forma, mantendo os profissionais capacitados, os materiais didáticos atualizados, a estrutura física adequada e todas as outras variáveis necessárias. Entretanto, há muito tempo elas se esqueceram de um fator de sucesso que não está dentro da sala de aula: a gestão. Diz Alexandre.

4ª Edição do Dia E foi um sucesso

A 4ª Edição do Evento Dia E foi um sucesso! Aproximadamente 100 pessoas estiveram presentes e contribuíram para a construção de um futuro especial para a educação desfrutando das delícias do Totopo’s – A Original Gastronomia Mexicana.

Obrigado à todos os envolvidos. Fique atento para a próxima edição. E depois de edições com pastelaria, feijoada, comida mexicana, o que você sugeriria para a 5ª Edição do Dia E? Deixe seu comentário.

Site da ASID com novas funcionalidades

O site da ASID foi renovado, agora é possível, por exemplo, realizar doações para a ASID e também para as reformas do Mão na Massa! A homepage conta com um link direto para as ações. Mas não é só isso, foi incluído um botão de acesso ao Relatório de Impacto e outro para doação espontânea.

A grande renovação fica por conta da seção Faça Parte, que apresenta os estabelecimentos participantes da Campanha Especial; como as empresas podem contribuir com o trabalho e quem são as que o possibilitam hoje; qual a nossa forma de atuação junto a institutos e fundações e as ações nas escolas, para quem quiser contribuir e participar das reformas que promovemos nas instituições beneficiadas.

  • Acesse: www.asidbrasil.org.br
  • Estas alterações foram realizadas pela Creativebizz, parceira da ASID, uma agência full service, preparada para atender os clientes nas mais variadas esferas do Marketing Digital e com 100% de foco em resultados. Para isso, conta com um time altamente especializado em Planejamento, Gerência de Projetos, Webdesign, Design Gráfico, Programação, Marketing e Conteúdo. Seus valores são: atuar de forma consultiva e com foco em negócios; agregar valor ao cliente; estar em constante evolução; contar com os melhores profissionais; ser interessado, cordial e prestativo com clientes e colegas de trabalho.

Dia 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down

Desde 2006, dia 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A síndrome é derivada de uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21, sendo este o motivo para a escolha da data, que se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui cerca de 300 mil pessoas com a Síndrome de Down, que pode atingir 1 entre 800 1.000 recém-nascidos.

Em ocasião da data apresentamos a história a seguir, via matéria da Folha de São Paulo: Empregar pessoas com down melhora a saúde das empresas.

José Fernando de Souza Puglisi, 42 anos, trabalhou seis anos no Pizza Hut até ser “roubado” pela rival McDonald’s, há quase um ano.

Sua maior qualidade: o sorriso e a afetividade que melhoram o ambiente de trabalho. E também as vendas de cafezinho e sorvete.

Fico no pós-venda e tem dia que vendo 40 cafezinhos, diz Fernando, que tem síndrome de Down e sonha chegar a instrutor. O ambiente parece uma festa, os funcionários são legais, é divertido trabalhar.

A inclusão de pessoas com deficiência intelectual no mercado de trabalho ainda é marginal no país, mas vem crescendo devido à necessidade das empresas de cumprir as cotas exigidas por lei, de 2% a 5% do quadro funcional, para empresas com mais de cem funcionários.

Com a dificuldade de encontrar deficientes físicos ou sensoriais (visual ou auditivo) qualificados – os primeiros grupos a serem incluídos a partir da entrada em vigor da lei – algumas empresas deram início a programas de inclusão de deficientes intelectuais e encontraram, no processo, grandes benefícios.

O valor que as pessoas com down podem trazer às empresas foi comprovado por uma pesquisa inédita encomendada pelo Instituto Alana e realizada pela consultoria McKinsey. Utilizando uma metodologia própria para medir a saúde das organizações, a McKinsey constatou que a inclusão de pessoas com síndrome de Down costuma gerar impacto positivo em 5 de 9 dimensões: liderança, satisfação do cliente, cultura e clima, motivação da equipe e coordenação e controle.

Foram feitas entrevistas com 2.000 funcionários que trabalham com pessoas com down, além de conversas mais aprofundadas com empresas no Brasil, na Espanha, nos EUA e no Canadá.

Na pesquisa quantitativa, 83% dos entrevistados disseram acreditar que a presença de uma pessoa com down fez com que o líder direto se tornasse mais apto a resolver e administrar conflitos.

O down possui características que aumentam o desafio à sua inclusão, mas também trazem benefícios adicionais, diz Marcus Frank, sócio da McKinsey e um dos responsáveis pelo estudo.

Enquanto para pessoas com deficiência física as principais barreiras estão relacionadas à infraestrutura, para as com deficiência intelectual as barreiras são de atitude, com a necessidade de adaptação de treinamento e também de preparo da equipe.

Entre as empresas que mais empregam deficientes intelectuais no país estão Raia Drogasil, McDonald’s, Carrefour e Pão de Açúcar.

Estudos da McKinsey mostram que empresas com nível alto de saúde possuem, em média, maior probabilidade de apresentar margem de lucro acima da média.

ONG Seleciona jovens para receber atendimento odontológico gratuito

Turma do Bem e Oral-B promovem a maior triagem do mundo no Brasil, em 10 países da América Latina e em Portugal

No próximo dia 25, jovens de baixa renda terão a chance de serem selecionados para receber tratamento odontológico gratuito na segunda megatriagem que a ONG Turma do Bem e a Oral-B realizam, simultaneamente, em 270 municípios do Brasil, em 10 países da América Latina e em Portugal.

A expectativa é que 50 mil estudantes de 11 a 17 anos passem pela triagem nesse dia. A seleção será feita por um índice de prioridade, que beneficia os adolescentes mais pobres, os com problemas bucais mais graves e os mais velhos, que estão mais próximos do primeiro emprego.

O processo de triagem é bem simples e rápido: o dentista faz um exame visual não invasivo da condição odontológica de cada jovem e preenche uma ficha com dados sobre a saúde bucal e a condição socioeconômica da família.

Curativo, preventivo e educativo, o tratamento completo dos selecionados será realizado gratuitamente no consultório particular do dentista voluntário da Turma do Bem, e inclui, se necessário, ortodontia, prótese e implante, até que o jovem complete 18 anos de idade.

  • Em Curitiba, o evento será aberto à população, das 9h às 17h:
  • Rua Ernesto Germano Francisco Hannemann, 174, Tatuquara, sede da ONG Um Lugar ao Sol
  • Os interessados devem trazer documentação do jovem e comprovante escolar. Somente alunos de escolas públicas e que têm entre 11 e 17 anos podem participar.

Em dez anos, mais de 420 mil jovens passaram pelas triagens da Turma do Bem, e 42 mil foram encaminhadas a dentistas voluntários.

Sobre o Dentista do Bem
Dentista do Bem é o principal projeto da ONG Turma do Bem. É a maior rede de voluntariado especializado do mundo. São mais de 15 mil dentistas espalhados por 1.300 municípios dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal, que atendem jovens de baixa renda, proporcionando-lhes tratamento odontológico gratuito até completarem 18 anos de idade. O projeto também está presente em Portugal e em dez países da América Latina: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela. Mais informações em www.tdb.org.br e tel. (11) 5084-7276.

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